quarta-feira, 29 de abril de 2026
FILHO CONFESSA TER MATADO PROFESSORA EM JURUTI E DEVE SER TRANSFERIDO PARA SANTARÉM
terça-feira, 28 de abril de 2026
Usinas da Paz reduzem em até 95% índices de crimes violentos letais intencionais de regiões atendidas
Dados da Segup apontam recuo dos registros dos CVLI nas regiões onde as unidades estão inseridas, no último ano. Referência nacional em atendimentos de inclusão social e cidadania, complexos instalados desde 2021 chegam a 28 unidades, com mais de 12 milhões de atendimentos já feitos
As áreas atendidas pelas instalações das Usinas da Paz, os 28 complexos criados pelo programa de inclusão social e cidadania do governo do Pará desde 2021 - hoje considerado referência nacional de atenção a populações mais vulneráveis -, vêm registrando números que apontam um impacto decisivo dessas instalações e serviços na segurança pública das comunidades que as recebem. Segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará, durante o ano de 2025, o recuo dos registros dos crimes violentos letais intencionais (CVLI) foi de até 95% nas regiões atendidas pelas UsiPaz.
“Esse é o maior projeto de inclusão social do Brasil. Mais que um prédio bonito, a Usina representa oportunidade e futuro. Um espaço que está aberto, com serviços totalmente gratuitos, para todas as famílias da comunidade”, ressaltou a governadora do Pará, Hana Ghassan, na última sexta-feira (24), durante a cerimônia de entrega da 28ª unidade da Usina da Paz no Pará, instalada no município de Santa Izabel do Pará. Em todo o Pará, mais dez unidades estão previstas para serem entregues pelo programa do governo do Estado.
Janelas para a segurança cidadã
Construída na rua 06, no bairro Vale do Porangaba, a mais nova UsiPaz, instalada em Santa Izabel do Pará, passa a atender mais de 73 mil moradores do município. Como todas as demais usinas criadas pelo programa, o complexo abre oportunidades de acesso a serviços essenciais, gratuitamente, voltados a áreas que impactam decisivamente oportunidades de transformação social e atendimento voltado à saúde, cidadania, esporte, cultura, lazer, educação e qualificação profissional.
O novo município da Grande Belém a receber a nova UsiPaz prepara terreno para novos dias, a partir de expectativas mostradas pelos exemplos de oportunidades abertas apontadas pelas experiências do programa em todo o Estado do Pará. Uma mostra do que pode vir tem endereços e bons exemplos: instalada em janeiro de 2022, na avenida Damasco, a Usina da Paz Cabanagem mudou a rotina da agente comunitária de saúde Isabelle Monteiro. “Quando a Usina veio para cá, houve respeito e empoderamento. As pessoas passaram a ter a oportunidade de viver com mais segurança”, conta a moradora, que vive na comunidade há 34 anos.
“Havia muitos assaltos aqui, porque não existia um ponto estratégico, um espaço como esse. Era um dia a dia de violência. De duas em duas semanas, ou até mais vezes no mês, a gente encontrava corpos estendidos pelas ruas. Eram assassinatos, eram brigas. Muitas vezes, pessoas que começavam essa violência em outros bairros e passavam em fuga por aqui, porque essa região também dá acesso a Ananindeua”, detalha Isabelle Monteiro. “No meio dessa rotina, às vezes você saía de casa para ir à escola ou chegar à parada de ônibus e acontecia arrastão. Então, a violência impactava muito a rotina das pessoas, antes da chegada da Usina”.
Em quatro anos de funcionamento, a UsiPaz da Cabanagem já contabiliza 1,7 milhão de atendimentos. “Depois da Usina, a realidade mudou. Antes, nem na frente das casas as pessoas podiam ficar. Vivíamos trancados dentro de casa. Nós éramos os prisioneiros, enquanto os bandidos estavam soltos, fazendo o que bem entendiam. Havia muito medo de sair para a rua e realizar atividades simples do cotidiano”, comemora a agente comunitária de saúde.
“E como essa mudança foi percebida? A pessoa começou a desenvolver o seu empreendedorismo. Hoje, já ficam abertos até onze horas, meia-noite, pequenos comércios, tabernas e lojas. As pessoas conseguem andar livremente com seus telefones, algo muito simples, mas que antes não acontecia. Com a chegada da Usina, também houve maior circulação dos agentes de segurança na região. Os carros da polícia estão sempre por aqui, nas esquinas. Isso trouxe respeito e uma sensação maior de segurança para a comunidade e para os moradores da região. Mudou drasticamente a vida de todos nós”, assevera Isabelle Monteiro
Paz nas comunidades
Vendedor e morador da Terra Firme há 43 anos, Anselmo Azevedo reitera a sensação garantida depois da instalação da UsiPaz na passagem Belo Horizonte, entre avenida Perimetral e a Passagem do Arame. Desde que foi aberta, em dezembro de 2022, o complexo já superou 1,6 milhão de atendimentos. “A mudança é visível. As pessoas voltaram a ocupar os espaços. As famílias participam das atividades e o sentimento de segurança aumentou. A comunidade está mais viva, mais unida e com uma perspectiva mais positiva. Isso mostra que, quando se investe em inclusão, educação, cultura e esporte, o impacto na redução da violência é real e transformador”, avalia Azevedo.
Essa rotina é reiterada pelo Secretário de Segurança do Estado do Pará, o coronel da PM Ed-Lin Anselmo. “As Usinas da Paz têm um papel estratégico na redução da criminalidade, porque atuam diretamente na prevenção e na ampliação de oportunidades, gerando emprego e renda a famílias antes desassistidas”, avalia. “Quando levamos serviços, oportunidades e presença do Estado para dentro das comunidades, conseguimos transformar realidades e prevenir a violência de forma efetiva. Os resultados que estamos alcançando nessas áreas mostram que investir em inclusão social também é investir em segurança pública”, reitera o titular da Segup.
Essa nova janela, para um outro futuro possível, comprovado por diversas outras histórias de famílias que hoje são atendidas pelas UsiPaz, pode ser resumida por vitórias básicas, como a retomada da simples satisfação de se ocupar, e compartilhar com dignidade, a própria vizinhança onde se vive.
São novos dias que cabem na retomada do orgulho de cada morador e vizinho entre os atendido pelos programas do governo do Pará. “Hoje existe, sim, um orgulho muito grande, quando alguém pergunta onde a gente mora. A resposta vem hoje, sim, com orgulho: “Eu moro lá na Cabanagem, perto da Usina”, sorri Isabelle Monteiro.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
DISCURSO DE “DEVOLVER A COROA AO POVO” EM VÍDEO DE DR. DANIEL É QUESTIONADO EM MEIO A INVESTIGAÇÕES E CONTROVÉRSIAS ENVOLVENDO SUA GESTÃO
terça-feira, 31 de março de 2026
Governo do Pará entrega primeira etapa do Hospital Materno-Infantil de Marabá e amplia assistência no sudeste do Estado
Nesta fase inicial, entram em funcionamento o Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) e o Complexo Ambulatorial, estruturas estratégicas para garantir mais agilidade nos diagnósticos e ampliar o acompanhamento especializado de pacientes na região. A entrega representa um avanço na regionalização da saúde, reduzindo deslocamentos para a capital e assegurando atendimento mais próximo de casa para milhares de famílias.
Ao destacar o impacto da nova unidade para a rede pública, o governador Helder Barbalho reforçou o compromisso do Estado com a descentralização da assistência e a criação de referências regionais para o atendimento materno-infantil.
“Hoje nós estamos entregando o hospital materno-infantil da região de Carajás, compromisso de nosso governo para garantir a descentralização do atendimento e ter uma referência de para as gestantes e seus bebês em Marabá e toda essa região do sul e sudeste do Estado”, afirmou.
O governador também destacou a estrutura completa da unidade e a integração com os municípios, ampliando o cuidado desde o pré-natal até o pós-parto.
“Este hospital chega com 135 leitos, com UTIs neonatal, pediátrica e adulto, além de atendimento pré-natal, parto e pós-parto, com capacidade para milhares de consultas e exames por mês, garantindo assistência integral às mães e aos bebês”, completou.
O secretário de Estado de Saúde destacou o ritmo de entregas do Governo e o impacto direto na assistência. “Estamos entregando equipamentos hospitalares em várias regiões do Estado. Na última semana, avançamos com a primeira etapa do Hospital de Cametá, entregamos a maternidade de Ananindeua e agora colocamos em funcionamento o Hospital Materno-Infantil de Marabá, que vai atender toda a região de Carajás. Nosso compromisso é garantir uma gestação segura, um parto seguro e o cuidado adequado aos recém-nascidos em todo o Pará”, afirmou Ualame Machado.
A entrega do hospital também integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento da infraestrutura pública, com participação de parcerias que impulsionam o desenvolvimento regional. O secretário de Estado de Obras Públicas, Ruy Cabral, destacou o papel do programa Estrutura Pará na viabilização de grandes obras. “O Hospital Materno-Infantil de Marabá é mais um equipamento entregue pelo Governo do Pará em parceria com a Vale, através do Estrutura Pará, esse importante programa que estimula empresas do setor mineral a realizarem obras de infraestrutura, fortalecendo políticas voltadas para a segurança pública, assistência social, cidadania, saúde e meio ambiente, gerando emprego e renda a partir da contratação de mão de obra local”, afirmou.
Ampliação do acesso e qualidade no atendimento
O Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico terá capacidade para realizar até 8.250 exames mensais, incluindo tomografia, ultrassonografia, raio-X, ecocardiograma, eletrocardiograma e eletroencefalograma, garantindo maior precisão nos diagnósticos e suporte ao cuidado materno-infantil.
Já o Complexo Ambulatorial contará com nove consultórios equipados e capacidade para até 4.320 consultas por mês. Entre os serviços ofertados estão o Ambulatório de Seguimento, voltado ao acompanhamento de recém-nascidos e crianças egressas de unidades neonatais, e o Ambulatório de Gestação e Puerpério de Alto Risco, destinado a gestantes que necessitam de acompanhamento multiprofissi
Grávida de sete meses, a moradora de Marabá Esther Campos destaca a importância da nova unidade para quem vive esse momento.
“A expectativa é muito grande, porque traz mais segurança para mim como gestante e para outras mulheres também. A gente passa por muitas emoções nesse período e saber que agora teremos um espaço com mais apoio, principalmente na hora do parto, traz tranquilidade e esperança”, afirmou.
A unidade atenderá pacientes de 17 municípios da região de Carajás, mais 5 da região do Lago, consolidando Marabá como referência em saúde para o sudeste paraense.
Estrutura moderna e atendimento especializado
Com investimento de R$ 273 milhões, o hospital começou a ser construído em setembro de 2023 e foi planejado para funcionar como uma unidade de média e alta complexidade voltada ao atendimento materno, neonatal e pediátrico.
“A expectativa é muito grande, porque traz mais segurança para mim como gestante e para outras mulheres também. A gente passa por muitas emoções nesse período e saber que agora teremos um espaço com mais apoio, principalmente na hora do parto, traz tranquilidade e esperança”, afirmou.
A unidade atenderá pacientes de 17 municípios da região de Carajás, mais 5 da região do Lago, consolidando Marabá como referência em saúde para o sudeste paraense.
Estrutura moderna e atendimento especializado
Com investimento de R$ 273 milhões, o hospital começou a ser construído em setembro de 2023 e foi planejado para funcionar como uma unidade de média e alta complexidade voltada ao atendimento materno, neonatal e pediátrico.
“Antes, era muito difícil. Muitos exames eram pagos ou demoravam muito pelo SUS. Agora, com esse hospital, a gente vai ter acesso mais rápido e gratuito. Isso traz alívio e esperança para todas nós”, afirmou.
Ela também destaca o impacto social do equipamento. “Nem todo mundo tem condições de pagar um particular. Então, saber que vamos ter atendimento aqui, perto de casa, faz toda a diferença. É uma conquista muito grande para Marabá”, completou.
Além de ampliar a assistência em saúde, a obra também gerou impacto direto na economia local, com a criação de 627 empregos durante a construção, reforçando o desenvolvimento regional e a melhoria da qualidade de vida da população.
sexta-feira, 27 de março de 2026
NOS BASTIDORES DO PODER, HANA GHASSAN ASSUME O GOVERNO DO PARÁ NO DIA 2 DE ABRIL
quinta-feira, 26 de março de 2026
ADRIANA ALMEIDA ASSINA FILIAÇÃO AO MDB E ENTRA NA DISPUTA POR VAGA NO CONGRESSO NACIONAL
quinta-feira, 12 de março de 2026
CONSULTORIA DE R$ 240 MIL: Prefeitura de Rurópolis contrata empresa de Belém sem licitação para “orientar” a educação do município.
ACUSAÇÃO NA TRIBUNA PROVOCA REAÇÃO DE POLICIAIS NO PARÁ
terça-feira, 10 de março de 2026
ESTADO ENTREGA PAVIMENTAÇÃO DA ESTRADA DE JAPERICA E FORTALECE MOBILIDADE EM SÃO JOÃO DE PIRABAS
SANTARÉM CELEBRA A ENTREGA DE 1.408 CASAS DO MINHA CASA MINHA VIDA NO MOAÇARA
quinta-feira, 5 de março de 2026
UM PASSO HISTÓRICO: SENADO APROVA DIA NACIONAL DO ORGULHO AUTISTA NO BRASIL
quarta-feira, 4 de março de 2026
EM MEIO A ALAGAMENTOS QUE ATINGEM MAIS DE 9 MIL PESSOAS EM BRAGANÇA, HANA GHASSAN VAI AO MUNICÍPIO E REFORÇA ASSISTÊNCIA HUMANITÁRIA DO ESTADO
Zequinha Marinho fortalece agenda de desenvolvimento para o Tapajônico
segunda-feira, 2 de março de 2026
ENQUANTO A OPOSIÇÃO POLITIZA A DOR, O HOSPITAL MUNICIPAL DE SANTARÉM TRABALHA PARA SALVAR VIDAS.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
CÂMARA MAJORA DIÁRIAS SEM ESTUDO E SEM TRANSPARÊNCIA, COLOCANDO A CASA SOB OLHAR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Após articulação de Helder Barbalho em Brasília, Ministério suspende importação de cacau da Costa do Marfim
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Quilombolas reconhecem avanços e projetam futuro com a implantação do Sistema Jurisdicional de REDD+ no Pará
Antes de sua implementação pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), o Sistema Jurisdicional de REDD+ (SJREDD+) já produz efeitos concretos nos territórios onde vivem Povos Indígenas, Quilombolas, Comunidades Tradicionais e Agricultores Familiares (PIQCTAFs). Muito além de uma política pública, o que está em curso é uma política territorial e ambiental, construída com quem vive e protege a floresta, produz seu sustento e mantém a conservação como parte do seu modo de vida e tradiçãoa secular.
As Consultas Livres, Prévias e Informadas (CLPIs) marcam esse momento do processo de construção do Sistema e reforçam o compromisso do Estado com segurança jurídica, transparência e participação efetiva das comunidades.
O cuidado e a preparação acompanham a dimensão do que está sendo realizado. O Estado conduz hoje o maior processo de consultas já realizado: são 47 previstas, das quais 16 já feitas, alcançando territórios nas regiões Nordeste, Oeste e Marajó Oriental. A próxima etapa está marcada para o município de Cachoeira do Arari, ainda em fevereiro.
As consultas obedecem aos parâmetros da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Resolução nº 19/2025, da Comissão Nacional para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal (CONAREDD+), assegurando o direito de povos e comunidades tradicionais à participação nas decisões sobre políticas públicas que influenciam diretamente seu cotidiano.
Sustentabilidade e respeito aos povos - É nesse contexto que Aurélio Borges, produtor rural e titular da Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará (Malungu), traduz o significado desse momento para quem vive no território. “Nós, enquanto movimento social, agricultor e comunidade tradicional que vem acompanhando a política que se estrutura aqui no Estado do Pará, vemos essa política como uma alternativa e um mecanismo de sustentabilidade para os produtores e agricultores”, afirma.
Para ele, há um reconhecimento inédito na forma como a política vem sendo construída. “Pela primeira vez, uma política ambiental traz no seu contexto a questão de entender que os povos que sempre preservaram possam garantir benefícios através de manter a floresta viva”, acrescenta Aurélio Borges.
A meta deixa de ser apenas preservação por obrigação, e passa a ser valorização por reconhecimento do modo de vida no território. “Eu vejo na política de REDD+ uma alternativa para que a gente possa reduzir as emissões, livrando o Estado e os territórios do desmatamento, da queimada, e valorizando o estoque, que é a floresta viva. A gente vê isso como um mecanismo de geração de renda, de política pública para a melhoria na qualidade de vida das pessoas que vivem nesses territórios e sobrevivem da agricultura, como forma de sustento do seu grupo familiar”, avalia o coordenador.
Em médio e longo prazos, Aurélio Borges aponta impactos que vão além da geração de renda. “Também pela primeira vez, o Estado do Pará, ao realizar uma política pública, tem garantido a participação efetiva dos movimentos sociais. Com essa participação, a gente está construindo os instrumentos que possam garantir que o subsídio chegue até as populações, até as comunidades”, destaca.
Sobre os subprogramas e repartição de benefícios, e seus reflexos diretos na segurança territorial, Aurélio Borges informa que “a gente vê, também, a possibilidade de que essa política possa garantir a titulação de muitos territórios tradicionais que ainda estão em tramitação”.
Construção coletiva - Além da escuta sobre os princípios do Sistema, as consultas apresentam e discutem propostas do Subprograma Territórios Quilombolas, que integra a estratégia de repartição de benefícios do SJREDD+, e deve considerar famílias quilombolas, jovens, mulheres e lideranças tradicionais. Entre os temas em debate com as comunidades estão ações voltadas à regularização ambiental e fundiária, fortalecimento da gestão ambiental e territorial, valorização da sociobiodiversidade quilombola, monitoramento e proteção territorial e fortalecimento da autonomia e da governança local.
Também estão em discussão propostas voltadas à promoção da sustentabilidade nos territórios, valorização do conhecimento tradicional, fortalecimento das atividades produtivas desenvolvidas pelas próprias comunidades, formação comunitária e implementação de instrumentos de gestão e governança territorial. As contribuições apresentadas durante as consultas poderão ser incorporadas à política, garantindo que os instrumentos finais reflitam as demandas desses segmentos.
Avanços - Paralelamente, enquanto as consultas avançam, o Pará dá passos decisivos no cenário internacional para a emissão de créditos de carbono jurisdicionais no mercado voluntário. O que hoje é debatido com as comunidades poderá se transformar em investimentos diretos no campo, fortalecendo a agricultura familiar, o extrativismo, as cadeias produtivas locais e a preservação dos modos de vida das comunidades tradicionais.
A secretária-adjunta de Gestão de Águas e Clima da Semas, Renata Nobre, afirma que “a CLPI é uma etapa essencial dentro do Sistema Jurisdicional de REDD+. Ela garante integridade, segurança jurídica e transparência ao processo, mas também assegura que as demandas apresentadas nas bases sejam refletidas na própria política. Não se trata apenas de informar ou consultar, mas de ir aos territórios para apresentar os objetos de consulta e acolher contribuições”.
Ela destaca, ainda, que a consulta é um dos eixos estruturantes do Sistema. “Cada um dos elementos de construção foi fundamental para dar consistência ao Sistema. A CLPI é o momento em que o Estado presta informações, escuta as especificidades de cada regionalidade e incorpora contribuições dos próprios beneficiários”, enfatiza Renata Nobre.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
IAGO TIPIZAL, CRIA DO SÃO RAIMUNDO, SE DESTACA E VAI PARA A TUNA LUSO
sábado, 14 de fevereiro de 2026
PREFEITO ZÉ ARTICULA COM O GOVERNO FEDERAL E SANTARÉM VIVE MARCO HISTÓRICO COM MAIS DE 1.500 CIRURGIAS OFTALMOLÓGICAS
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
ENTENDA O RITO DO PROCESSO DE CASSAÇÃO DO VEREADOR MALAQUIAS MOTTIN E QUEM ASSUME A VAGA NA CÂMARA
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